domingo, 17 de janeiro de 2010

VISITA AO EPVM


O Setor Pré-Matrimonial da Pastoral Familiar da nossa Arquidiocese, continuando seu acompanhamento às Paróquias iniciado em 2009, visitou no dia 17 de janeiro de 2010 a Paróquia Santa Isabel Rainha de Portugal, da 6ª forania do Vicariato Suburbano.

Agradecemos a acolhida e também o empenho e carinho de toda a equipe que se esforça para trabalhar unida e fazer o seu melhor, como pudemos observar, juntamente com os 20 casais de noivos que estavam participando do Encontro. Confira alguns momentos na seção de fotos na parte inferior do blog.

Que as sementes plantadas em cada EPVM do Rio de Janeiro dêem como frutos famílias conscientes e fortes, que sejam cada vez mais testemunho vivo do amor de Deus, sal da terra e luz do mundo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

TRISTE ESTATÍSTICA...


Com uma taxa de fecundidade de 1,9 filho por mulher e um aumento da população com mais de 60 anos, a população do Brasil continua envelhecendo a cada ano, de acordo com dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – IBGE). O percentual de pessoas com menos de 25 anos de idade caiu de 58,2% em 1981 para 44,3% em 2006. Para o IBGE, "a transformação da estrutura etária do país, de uma composição jovem para envelhecida, reflete os efeitos da redução do número de filhos e do aumento da expectativa de vida da população".
O índice, que vem caindo a cada nova pesquisa, é o menor já alcançado pelo país, e confirma a diminuição da população jovem brasileira. Essa queda vem sendo observada desde os anos 60, com a introdução de novos métodos contraceptivos. Na época, a fecundidade era de 6,3 nascimentos por mulher. Já em 1970, o índice caiu para 5,8 filhos por mulher e, dez anos depois, para 4,4, Até chegar às taxas atuais.
A região brasileira com a maior taxa de fecundidade é a Norte, com 2,6 filhos por mulher. A menor taxa é a da região Sudeste, com 1,62 filho por mulher e, o mais triste, o estado com a menor taxa de fecundidade do Brasil é... o Rio de Janeiro. Essa taxa baixíssima, que já não atinge o nível da reposição populacional, é igualada à realidade do Velho Mundo, que envelhece cada dia mais.
Um desafio se coloca, especialmente, para nós, católicos cariocas: lutarmos pela valorização da vida! Indo de encontro à cultura hedonista e capitalista que quer um mundo perfeito para uns poucos consumidores. Quem recebe o sacramento do matrimônio promete acolher os filhos que Deus enviar. Será, então, que é certo planejar não ter filhos?! Ou ter apenas um filho para poder dar-lhe “tudo do bom e do melhor”?! Mais importante do que o curso de Inglês, o I-Pod, as aulas de judô, o tênis de marca e as férias na Disney, o ser humano tem um direito inalienável: a VIDA. Deus nos convida a reconhecermos e valorizarmos o dom mais precioso que Ele nos deu.
Na preparação para o sacramento do matrimônio não tenhamos medo de desenvolver bem aprofundar a questão da paternidade e maternidade responsáveis, com ousadia e testemunho cristão. Assim, estaremos ajudando a estabelecer a cultura da Vida.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Luta pela VIDA segue após reação da Igreja


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai pedir ao ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, que seja retirada do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH) a questão sobre a descriminalização do aborto. O presidente manifestou sua contrariedade com o texto relativo a essa questão, pois no Programa foi adotado o texto da Conferência da Mulher, que defende que a mulher tenha total decisão sobre seu corpo – portanto, decisão sobre abortar ou não -, enquanto que a Conferência da Saúde não trata do assunto da mesma forma e sim do aborto como questão de saúde pública. Por isso, o presidente já mandou emissários para darem tal explicação à Igreja, já que a CNBB engrossa o coro de críticos ao Plano. . Em maio de 2007, na visita do Papa Bento XVI ao Brasil, o próprio Lula chegou a afirmar que o seu governo não enviaria qualquer projeto ao Congresso que permitisse a legalização do aborto.
A nova redação do programa deve afirmar que o tema do aborto deve ser tratado como questão de saúde pública, nos termos da Conferência da Saúde,.e não como "autonomia das mulheres para decidir sobre seus corpos", para evitar desgastes com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). A medida ocorre uma semana após o secretário-geral da entidade, dom Dimas Lara Barbosa, criticar a "intolerância" do 3º PNDH. O secretário-geral se referia à sugestão de não usar símbolos religiosos em repartições públicas. O religioso chegou a afirmar que é infiltração de uma "mentalidade laicista" no texto e acrescentou que ter direitos humanos é ter liberdade religiosa.
Nos bastidores, o governo já começou a atuar para diminuir a crise com a Igreja Católica. Integrantes da CNBB receberam recados do chefe de gabinete de Lula, Gilberto Carvalho, de que o governo vai analisar os pontos criticados pela Igreja no Programa Nacional de Direitos Humanos

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Afetividade e Sexualidade


O que é a SEXUALIDADE? “ A sexualidade afeta todos os aspectos da pessoa humana, na sua unidade de corpo e alma. Diz respeito à afetividade, à capacidade de amar e procriar e, de uma maneira mais geral, à aptidão de criar vínculos de comunhão com os outros.” (Catecismo, 2332)
Como pudemos observar a sexualidade engloba todos os aspectos da vida humana, e não apenas o sexo, como freqüentemente é a idéia que o mundo nos impõe. Ela tem relação com a capacidade do ser humano, herdada de Deus, de amar e dar amor.
Faz parte da minha sexualidade, por exemplo, o cuidado que eu tenho com meu corpo em termos de saúde, a minha vaidade, o meu namoro, noivado ou casamento, a minha relação com os amigos e a família, etc. Logo, todas as pessoas desenvolvem ao longo da vida variadas áreas da sua sexualidade:
* Aqueles que praticam a castidade (os sacerdotes, os religiosos e os leigos solteiros): através do amor próprio e busca do equilíbrio interior e exterior.
* Os casados: pelo amor conjugal.

A lei natural e a lei do amor
A Lei Natural (ou Lei de Deus) é o conjunto de princípios estabelecidos por Deus Criador e que rege toda a natureza com sabedoria, equilíbrio e perfeição, enfim.
Ao criar o homem e a mulher a sua imagem e semelhança, Deus os dotou do dom de exercerem sua sexualidade e perpetuar a espécie humana de modo especial através do AMOR LEGÍTIMO. Isto significa que o relato bíblico de Gn 1, 28a: “E Deus os abençoou, e disse: ‘Crescei, e multiplicai-vos, e enchei a Terra inteira’ ” mostra o sexo não como um puro instinto como nos outros animais. O amor predileto de Deus por nós fez com que a união do casal não seja “em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal.” (Catecismo 2361). Deus os une no matrimônio como comunhão de corpo e espírito, em um amor legitimado por Ele.
Já a lei do amor é o pensamento do amor humano em sua imperfeição e relatividade diante dos valores divinos absolutos.
Muitas vezes, as pessoas se deixam guiar por seus pensamentos e desejos falhos sem dar importância a ordem natural dos fatos. Assim, muitos desvios são cometidos em nome de um “amor” que escutamos e vemos todos os dias na televisão, cinema, nas conversas. Um sentimento que é limitado, egoísta e até mesmo temporário quando parece possuir a melhor das intenções.
Com esta falsa idéia de felicidade é que adolescentes conhecem o sexo sem preparo, meninas se tornam mães solteiras, muitos casamentos são frustrados e etc. Afinal, a felicidade plena entre homem e mulher só pode acontecer em comunhão com o amor de Deus.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Enamorar-se.... e amar


Por: Ana Patricia Vera (psicoterapeuta)

O enamoramento é… etapa de sonhos, sorrisos, ilusões e sensações agradáveis. Etapa necessária para começar uma relação a dois, mas o que é, na verdade, o enamoramento?
Acontece pela projeção de si mesmos, dada pelas duas pessoas envolvidas, tanto consciente como inconscientemente. É ver no outro o que eu gostaria de ter, ou não vejo em mim e o outro tem; assim como o que eu não gosto de mim e o outro tem.
Na verdade, no princípio do enamoramento, não posso ver no outro alguma coisa que eu mesmo não tenha, mas é a pura projeção de minha pessoa, da qual formo uma imagem psicoafetiva do outro. Esta imagem que eu formo do outro se focaliza somente na parte positiva, introduzindo um mecanismo de defesa chamado “negação”, que evita os aspectos que não me agradam de mim mesmo e, portanto, não vejo no outro, considerando-o como o alvo de minha felicidade, pelo que me dá, pelas sensações que produz em mim ao tê-lo perto, assim como ao receber detalhes de atenção e afeto.
Depois de um tempo, o enamoramento acaba e baixa o nível de sensações produzidas na pessoa por estar perto do outro ou, inclusive, simplesmente por pensar nele ou nela. Passa-se a ver o outro tal como é, com suas qualidades (antes, superdimensionadas) e seus defeitos (antes não vistos). Rompe-se esta imagem que tinha sido criada do outro e chega a dúvida: “Fiz uma boa escolha?”; ou chegam as mágoas porque “o outro me enganou”, ao mostrar algo que, na verdade, não era. Com certeza, esta primeira imagem era tão somente UMA imagem, a projeção positiva de mim mesmo, mas não era a outra pessoa.
A maturidade no amor se reconhece quando uma pessoa é capaz de se relacionar de maneira completa, aceitando os sentimentos positivos e negativos gerados pela pessoa real do outro, com sua personalidade específica, sendo maior a satisfação de se relacionar por este lado positivo que o outro tem e que agora eu também vejo. Implica, da mesma maneira, a aceitação de minhas próprias qualidades e defeitos que agora também o meu parceiro(a) pode ver e, até mesmo, faz com que eu as veja com mais claridade, permanecendo a satisfação de se relacionar pelos aspectos positivos.
Laing menciona que é preciso ter um sentimento sólido da realidade de nossa identidade para poder estabelecer uma verdadeira relação com o outro e não se sentir ameaçado de ficar perdido. Se não houver essa base de maturidade na própria pessoa, a relação será superficial e será escolhido alguém que não exija tampouco um amor profundo, pulando muitas vezes de uma relação à outra, na procura constante desse momento que conhecemos como enamoramento.
O amor, ao contrário do enamoramento, que procura me fazer sentir bem, tem outro objetivo: conseguir que o outro seja como é e seja o melhor que possa ser; produzindo em mim um sentimento de plenitude ao ir crescendo com o outro, apesar das dificuldades que vamos encontrando.
Enamorar-se é lindo; mas amar e ser amado é ainda mais.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009


ESCOLA SEMEAR DE LIDERANÇA JOVEM

A ESCOLA SEMEAR DE LIDERANÇA JOVEM abre inscrições para o ano de 2010.
Para melhor alcançar os jovens, a escola é dividida em módulos que em sua maioria serão ministrados durante a noite (a partir das 19:30h) e no período de férias escolar. Cada módulo corresponde a um tema e é sempre acompanhado de uma dinâmica própria que, além de potencializar a formação, faz da escola uma oportunidade única e extremamente participativa.
O Jovem que se inscrever, deve se comprometer com fidelidade para com a freqüência nos módulos e a participação nas dinâmicas. As inscrições podem ser feitas através:
- do e-mail: comunidade.pequenorebanho@yahoo.com.br
- pelo telefone: 3352-5950 (a partir das 15h00)
Lembramos que as vagas são limitadas. Abaixo segue os módulos e o calendário da escola:



O jovem discípulo (19h30)
18, 19 e 20/01 - seg a qua
Jovem protagonista da história (19h30)
26 e 27 /01 - ter e qua
Apostolado Jovem
29/01 - sex 19h30
30/01 - sáb 8h30 às 16h00
31/01 - dom 8h30 às 16h00
O jovem anunciador (19h30)
02 a 05/02 - ter a sex



Comunidade Católica Pequeno Rebano - Travessa da Generosidade, 162 – Vila da Penha – Rio/RJ.